Os 25 tiny desks em espanhol que você não pode perder

O tiny desk é um projeto musical com apresentações curtas e intimistas, muitas vezes servindo de divulgação de um determinado cantor/banda para um público maior que possivelmente não chegaria de outra forma.

O programa acumula diversas performances em seu canal do Youtube, algumas delas sendo de artistas em espanhol que se apresentaram ao longo dos anos. Por isso, te trouxemos uma lista com 25 apresentações que você não pode perder. Vem com a gente!

1. Aterciopelados

Para começar essa lista, chegamos com o tiny desk mais recente: o da banda colombiana Aterciopelados. O grupo de rock alternativo está em ativa desde os anos 90 e é liderado por Andrea Echeverri e Hector Buitrago.

A banda é reconhecida pelas Nações Unidas pelo trabalho de denúncia à violência na Colômbia, em que fala, também, sobre inúmeras questões, incluindo a injustiça política, os direitos das mulheres e a destruição ambiental.

Aterciopelados funde rock, ritmos latino-americanos, raízes ancestrais e experimentação sonora, moldando uma identidade artística poderosa, crítica e profundamente relevante.

2. 31 Minutos

31 Minutos é uma série de televisão infantil chilena de comédia e banda virtual criada por Álvaro Díaz, Pedro Peirano e Juan Manuel Egaña. O programa é apresentado como um noticiário satírico apresentado pelo personagem de fantoche Tulio Triviño, com reportagens e esquetes cômicas, incorporando temas educativos com um formato humorístico.

A série recebeu ampla aclamação da crítica e do público por seu humor inteligente e absurdo, trilha sonora original, capacidade de abordar temas complexos de maneira adequada para crianças e sua contribuição para o renascimento da tradição do teatro de marionetes no Chile.

3. Fito Páez

Fito Páez possui anos de trajetória artística na música, sendo considerado pela crítica um dos mais importantes expoentes do rock argentino, junto a Charly García e Luis Alberto Spinetta. 

Seu disco “El amor después del amor”, lançado em 1992, é o mais vendido na história do rock argentino: o álbum vendeu mais de 750.000 cópias e, quando Páez saiu em turnê para promovê-lo, se apresentou em shows com ingressos esgotados para 40.000 pessoas. Pouco depois do lançamento deste álbum, ele fez um show beneficente para a UNICEF , que arrecadou mais de US$ 420.000.

Em 2021, Páez foi agraciado com o Grammy Latino pelo conjunto de sua obra.

4. Lido Pimienta

A cantora colombiana-canadense conquistou notoriedade em 2016 com seu álbum “La Papessa”, mas foi só em 2020, com “Miss Colombia” que a cantora explodiu ao ser indicada ao Grammy Latino no mesmo ano e ao Grammy Awards de 2021, nas categorias Melhor Álbum de Música Alternativa e Melhor Álbum Latino de Rock, Urbano ou Alternativo, respectivamente. 

Sua música incorpora uma ampla variedade de elementos e influências, incluindo estilos musicais indígenas e afro-colombianos como cúmbia e bullerengue, além de synthpop contemporâneo e música eletrônica.

5. Natalia Lafoucarde

Natalia Lafoucarde é um nome que vem se destacando nos últimos anos na música latina. A cantora, compositora e produtora mexicana combina elementos de pop rock, jazz e folk, caracterizada por letras poéticas e sua distinta voz de soprano lírico. 

Ela é considerada uma das artistas de música latina mais influentes do século XXI. Em 2025, a Billboard a nomeou uma das melhores artistas pop latinas de todos os tempos. 

Em seus últimos álbuns, a artista tem explorado ainda mais os sons folclóricos e regionais, além de celebrar o bolero e o son jarocho — um estilo musical folclórico regional do Son mexicano originário de Veracruz.

A cantora já acumula 12 álbuns de estúdio, sendo alguns deles “HU HU HU”, “Hasta La Raíz”, “Musas Vol.1 e 2”, “De Todas Las Flores” e “Cancionera”. 

6. Mon Laferte

Outra artista que a Billboard também nomeou como uma das melhores artistas pop latinas de todos os tempos é chilena-mexicana Mon Laferte. A cantora, compositora e artista visual é reconhecida por sua versatilidade, com seu estilo musical que abrange uma ampla gama de gêneros, incluindo pop, alternativo, bolero, cumbia e salsa.

A cantora alcançou destaque internacional na década de 2010, particularmente por seus vocais melodramáticos e presença de palco teatral. A artista já possui cinco Grammy Latinos, sendo a primeira chilena a ter esse número de prêmios.

Conhecida como a voz do desamor, Mon é a artista chilena mais escutada mundialmente no Spotify.

7. Julieta Venegas

Julieta é um dos principais nomes da música latina, iniciando sua jornada musical integrando diversas bandas, incluindo a banda mexicana de ska Tijuana No!. Além de cantar, Julieta também é compositora, instrumentista e produtora mexicana especializada em música pop-rock-indie em espanhol. A cantora domina 17 instrumentos, incluindo violão, acordeão e teclado.

Em 1997, Julieta lançou seu primeiro álbum “Aqui”. Sua produção subsequente, “Bueninvento”, de 2000, produzida por Gustavo Santaolalla, recebeu elogios da crítica internacional e foi considerado o terceiro melhor álbum da história do rock espanhol pela Rolling Stone.

Nos anos seguintes, ela se consolidou como uma das compositoras mais importantes do pop latino, alcançando fama em 2003 na América Latina e na Espanha com o álbum “Sí” e singles como “Andar Conmigo” e “Algo está cambiando”, que chegaram ao topo das paradas latinas da Billboard. Em 2006, ela lançou seu álbum de maior sucesso, “Limón y Sal”, que permanece sendo seu álbum mais vendido até hoje.

8. Bad Bunny

Considerado como “Rei do Trap Latino”, Bad Bunny vem se destacando por ajudar o rap em espanhol a alcançar popularidade global e é considerado um dos maiores rappers latinos de todos os tempos. 

Para além disso, Benito — seu nome de nascimento — usa muito de sua terra natal, Porto Rico, a cultura latina e a política de inspiração para suas canções.  

O cantor conquistou sucesso cantando e compondo majoritariamente em espanhol; seu último álbum “Debi Tirar Más Fotos” venceu o Grammy na categoria Álbum do Ano em 2026, sendo o primeiro projeto musical totalmente em espanhol a conseguir tal feito. 

9. C. Tangana

C. Tangana  é um rapper espanhol que começou sua carreira musical no ensino médio, fazendo rap sob o pseudônimo Crema e lançando um EP de sete faixas intitulado “Él Es Crema”, ganhando reconhecimento na Espanha como membro da banda Agorazein. Em 2016, Tangana começou a se apresentar como artista solo sob o nome artístico C. Tangana.

Em 2021 lançou o álbum “El Madrileño”, que une música flamenca e latina, sendo indicado ao Prêmio Ruído e recebeu uma indicação ao Grammy Latino de Álbum do Ano, tornando-se o álbum mais vendido na Espanha no mesmo ano.

Ao longo de sua carreira, C. Tangana conquistou nove prêmios Grammy Latino como compositor e intérprete, dois Prêmios Odeón e um Prêmio LOS40, entre outros. Ele também foi indicado ao Grammy, a dois MTV Europe Music Awards e a dois UK Music Video Awards. Tangana também se aventurou no cinema documentário, atuando e produzindo “This Excessive Ambition” (2023) e dirigindo seu primeiro longa-metragem como diretor, “The Flamenco Guitar of Yerai Cortés ” (2024), vencedor do Prêmio Goya de Melhor Documentário.

10. Karol G 

Considerada uma das artistas mais influentes do reggaeton e do pop urbano, Karol G é uma cantora e compositora colombiana que vem recebendo prêmios, incluindo um Grammy, oito Grammy Latinos (incluindo Álbum do Ano , Canção do Ano e Artista Revelação) e cinco Billboard Music Awards. Ela foi reconhecida como Mulher do Ano no Billboard Women in Music.

Com seu álbum “Mañana Será Bonito”, atingiu novos patamares em sua carreira, sendo principalmente um disco de reggaeton e pop latino e conta com participações especiais de Romeo Santos, Quevedo, Shakira, Justin Quiles, Ángel Dior, Maldy, Bad Gyal, Sean Paul, Sech, Ovy on The Drums e Carla Morrison.

O trabalho lhe rendeu o Grammy de Melhor Álbum de Música Urbana na 66ª edição do Grammy Awards, tornando-se o primeiro Grammy de Karol G. O álbum e suas canções também receberam sete indicações no 24º edição do Grammy Latino, ganhando três prêmios, incluindo Álbum do Ano e Melhor Álbum de Música Urbana.

11. Silvana Estrada

Silvana Estrada é um dos nomes mais proeminentes da música latina atual. A cantora vem se destacando e, ao longo de sua trajetória, lançou três álbuns — o primeiro deles em parceria com o músico Charlie Hunter. A artista tem uma forte influência musical em casa pois seus pais são luthiers, artesãos que constroem e reparam instrumentos de corda. 

Ela começou a tocar música ainda jovem, apresentando-se posteriormente em diferentes bares de sua cidade natal. Aos 16 anos, foi aceita em um programa de jazz na Universidade Veracruzana em Xalapa, Veracruz, e enquanto estudava, começou a compor músicas tocando um cuatro venezuelano que havia ganhado de seu pai,

Em 2023, Silvana ganhou o Grammy Latino de Artista Revelação, dividindo-o com Angela Alvarez e foi indicada algumas vezes à premiação, uma delas na categoria Melhor Álbum de Cantor/Compositor por “Marchita”.

12. Gloria Estefan

Se você conhece música latina, com certeza já ouviu falar de Gloria Estefan, talvez uma das pioneiras neste universo. A multiartista já vendeu mais de 120 milhões de discos em todo o mundo, tornando-se uma das artistas mais vendidas de todos os tempos. 

Sua importância na música latina lhe rendeu cinco Grammys Latinos e a Medalha Presidencial da Liberdade, em 2015, além de ter sido nomeada uma das 100 maiores artistas de todos os tempos pela VH1 e pela Billboard.

A cantora também foi agraciada com uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood e na Calçada da Fama de Las Vegas. Sua contribuição lhe rendeu diversos reconhecimentos, como por exemplo, ter sido incluída no Hall da Fama dos Compositores.

13. Grupo Frontera

Grupo Frontera é uma banda de regional mexicana, que teve início em 2022. No começo, apresentavam-se em casamentos e festas, levando-os a lançar seu EP de estreia em março daquele ano, intitulado “En Vivo, Vol. 1”. O lançamento inclui covers de músicas como ” Estos Celos “, de Vicente Fernández , e “La Ladrona”, de Diego Verdaguer. 

Até o momento, o grupo lançou três álbuns e já colaborou com diversos artistas como Shakira, Morat, Nicki Nicole, Bad Bunny, entre outros.

14. Ca7riel & Paco Amoroso

Voltando à Argentina, Ca7riel & Paco Amoroso também já se apresentaram no tiny desk. A dupla experimental, formada por Catriel Guerreiro e Ulises Guerriero, unem o trap, hip-hop, música eletrônica e pop em seu repertório.

A dupla é conhecida por seu estilo distinto e excêntrico, tanto na música quanto nas letras. Suas apresentações ao vivo frequentemente incluem instrumentos ao vivo e uma mistura de gêneros, incluindo pop latino, jazz fusion, house rock e vários tipos de música eletrônic, como música eletrônica de dança. 

Eles foram premiados com um Grammy e cinco Grammy Latinos .

15. Jorge Drexler

O uruguaio Jorge Drexler é uma das vozes mais influentes da música contemporânea, com três décadas de carreira, construiu uma carreira sólida, recebendo diversos reconhecimentos como Grammy Latinos, além de ter sido o primeiro uruguaio a ganhar um Oscar de Melhor Canção Original por “Al Otro Lado del Río”, do filme “O Diário de Um Motocicleta”. Esta também foi a primeira vez que uma canção em espanhol recebeu o prêmio.

O cantor, que curiosamente também é otorrinolaringologista, abandonou a carreira médica para se dedicar integralmente à música. Suas canções são uma combinação de música tradicional uruguaia (candombe, murga, milonga, tango), bossa nova, pop, jazz e música eletrônica.

As letras também desempenham um papel importante em suas canções. Além do amor, reflexões sobre identidade, raça e religiões são uma constante em sua obra.

16. Nathy Peluso

Nathy Peluso é uma das cantoras mais interessantes em ascensão, desde seu álbum de estreia, “Calambre”, em 2020, a cantora, rapper e compositora argentina radicada na Espanha, vem agitando o cenário da música latina com um estilo que desafia gêneros e uma presença de palco marcante. 

A artista já recebeu 5 Grammy Latinos, empatando com Mercedes Sosa como a artista argentina mais premiada da história da premiação. Sua música é muito inspirada em rap, salsa, baladas e sons tropicais. 

17. Sílvia Pérez Cruz

Um dos nomes mais renomados da música espanhola é Sílvia Pérez Cruz, tornando-se uma das vozes mais cativantes surgidas nos últimos tempos. Desde jovem estudou música, frequentando a Escola Superior de Música da Catalunha, em Barcelona, onde recebeu formação clássica e saxofone, obtendo um diploma em jazz vocal. 

Enquanto estudava, ela e outras três mulheres fundaram um grupo de flamenco chamado Las Migas. Elas combinaram suas diferentes abordagens musicais para criar um novo tipo de flamenco. Não demorando muito para que ela se tornasse conhecida no cenário musical espanhol.

Sílvia já se apresentou algumas vezes no Brasil, sempre sendo um sucesso de público e esgotando as casas de shows.

18. Ana Tijoux

Outra chilena que trazemos para essa lista é Ana Tijoux, cantora que utiliza muito de temas políticos e populares de inspiração para suas músicas, sendo alguns deles pós-colonialismo, feminismo, ambientalismo e justiça social.

 A artista começou sua carreira como MC do grupo de hip-hop Makiza durante os anos 90, lançando-se solo em 2006, gravando uma colaboração com a também citada nessa lista Julieta Venegas, na canção “Eres Para Mí”. Depois do seu segundo álbum, “1977”, ela ganhou maior notoriedade, e sua música chegou à trilha da série de televisão Breaking Bad.

Uma curiosidade é que sua família se exilou na França — onde Ana nasceu — durante a ditadura de Augusto Pinochet no Chile.

19. Ivy Queen 

Se anteriormente falamos sobre Bad Bunny e sua importância para o rap latino, também é preciso falar de Ivy Queen, conhecida como uma das pioneiras do reggaeton. Apelidada de Rainha do Reggaeton, ela é uma das artistas do gênero mais influentes de todos os tempos.

Ivy Queen começou sua carreira como membro do coletivo The Noise, composto exclusivamente por homens , em San Juan, Porto Rico. Lá, ela apresentou sua primeira música “Somos Raperos Pero No Delincuentes”. Ivy Queen seguiu carreira solo em 1996 e lançou seu álbum de estreia, “En Mi Imperio”, que vendeu 100 mil cópias.

Além de reggaeton, suas músicas também tem forte influência do hip hop, salsa, merengue e bachata. Em 2026, Ivy Queen receberá, do Billboard Latin Women in Music, o prêmio Pioneira, que celebra mulheres que fizeram contribuições inovadoras para a indústria da música, abriram novos caminhos, quebraram barreiras e inspiraram futuras gerações por meio de sua arte, impacto cultural e legado duradouro.

20. Carla Morrison

Conhecida  como uma das cantoras e compositoras mais talentosas da música latina, Carla Morrison, com três álbuns de estúdio e quatro EPs, transmite temas de amor, perda, desilusão amorosa e perseverança em suas letras. 

Ao longo de sua carreira já conquistou 10 indicações ao Grammy Latino e três prêmios Grammy Latino nas categorias de “Melhor Álbum de Música Alternativa” (2012) por “Dejénme Llorar”, “Melhor Canção Alternativa” (2012) por “Dejénme Llorar” e “Melhor Canção Alternativa” (2016) por “Vez Primera”. 

Chegou a colaborar com outros artistas como Juan Gabriel, Natalia Lafourcade, Enrique Bunbury, J Balvin, Ricky Martin e Karol G. 

21. Susana Baca

Uma das responsáveis pela preservação e renovação da música afro-peruana, Susana Baca é a proeminente cantora, compositora, professora, folclorista , etnomusicóloga peruana e três vezes vencedora do Grammy Latino .

 Sua música é uma mistura de tradicional e contemporânea. Sua banda de apoio apresenta instrumentos indígenas peruanos, como o cajón (“caixa de madeira”, cuja origem está em uma caixa de frutas virada de cabeça para baixo), o udu (pote de barro) e a quijada (mandíbula de burro), além do cheko (uma cabaça seca), bem como violão e contrabaixo elétrico. 

Embora muitas de suas canções sejam baseadas em formas tradicionais como o landó — uma forma de música afro-peruana do gênero música criolla — ou o vals —  uma adaptação da valsa europeia trazida para as Américas durante o período colonial pela Espanha —, ela também incorpora elementos da música cubana e brasileira.

22. Diamante Eléctrico

Diamante Eléctrico é uma banda de rock colombiana que já ganhou três Grammys Latinos., incluindo dois prêmios de Melhor Álbum de Rock. Formada em 2012 por Juan Galeano (vocal e baixo), Daniel Álvarez (guitarra) e Andee Zeta (bateria), o som do grupo varia entre blues, rock, pop-funk, indie rock e R&B. 

Quase imediatamente à sua estreia, a banda começou a ganhar reconhecimento na cena musical independente colombiana, alcançando o primeiro lugar nas paradas locais.

23. Kany García

A cantora porto-riquenha Kany García é uma das vozes mais importantes de sua geração, trazendo histórias de mulheres por meio de suas letras. Ao longo de quase 20 anos de carreira, a artista já recebeu seis Grammys Latinos, escrevendo e interpretando alguns dos sucessos mais relevantes do pop latino.

Além de escrever para si mesma, Kany já compôs para outros artistas como a dupla de irmãs mexicanas Ha*Ash e Jennifer Lopez. 

24. Carlos Vives

Com mais de 30 anos de carreira, Carlos Vives é uma das figuras mais importantes da música latina, sendo um dos artistas de música latina mais vendidos de todos os tempos, com mais de 20 milhões de discos vendidos em todo o mundo.

  Vives é considerado um dos artistas mais influentes do mundo, pois ajudou progressivamente o vallenato a ganhar popularidade globalmente e por sua interpretação de estilos musicais tradicionais, como cumbia, champeta, bambuco — gênero musical tradicional da Colômbia — e porro — um estilo musical e de dança da região caribenha da Colômbia —, com pop latino , rock , reggaeton , dance-pop e música tropical.

Ao longo de sua carreira, Carlos marcou gerações inteiras através da música e da promoção da cultura colombiana e hispano-americana no mundo. 

25. Café Tacvba

Para finalizar essa lista, te apresentamos a banda de rock alternativa formada em 1989: Café Tacvba, que ganhou popularidade nos anos 90. O nome do grupo é uma homenagem a um café, El Café de Tacuba, localizado no centro da Cidade do México. A cafeteria, que abriu em 1912 e teve seu auge nas décadas de 1940 e 1950, era representativo da cena pachuco da época, algo que a banda reconheceria posteriormente como uma influência.

Inicialmente, o grupo era “tacuba”, exatamente como o nome do café, mas mudaram as letras para evitar problemas legais com o café.

Sua música foi fortemente influenciada pela população indígena do México e pelas tradições da música folclórica, mas também pelo punk, música eletrônica e outras bandas da cena da capital mexicana.

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