Milionários de papel: o que o câmbio das moedas latino-americanas esconde sobre o real custo da sua viagem

Você já sentiu aquela pontada de euforia ao trocar alguns reais na fronteira e receber de volta um calhamaço de notas que faria qualquer um se sentir um magnata? Antes mesmo do embarque para qualquer destino da América Latina, basta pesquisar a cotação dos vizinhos para encontrar números que parecem saídos de uma calculadora quebrada….

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Antropofagia tropical: por que a cumbia é a crônica musical mais viva, mutante e indomável da nossa história

Poucos gêneros musicais viajaram pela América Latina com tanta facilidade quanto a cumbia. Nascida na costa do Caribe colombiano, ela atravessou fronteiras, incorporou instrumentos locais, absorveu referências de outras culturas musicais e passou a refletir as realidades sociais de cada país por onde circulou. O resultado é um fenômeno raro: uma mesma matriz rítmica capaz…

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Revolução de poncho ao vento: Como Soledad Pastorutti salvou o folklore argentino nos anos 90, bem antes de Milo J

Imagine a cena: é 1996, é verão em Cosquín, a pequena cidade de Córdoba que durante uma semana por ano se converte na capital espiritual do folklore argentino. O público na Plaza Próspero Molina é, na sua maioria, o de sempre — famílias do interior, aposentados com chapéu panamá, casais de meia-idade que conhecem de…

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Totó la Momposina era a voz do rio Magdalena

Quando se fala sobre Totó la Momposina, precisamos considerar que sua obra nasceu de uma rede de memórias, deslocamentos, discriminações, festas, viagens, pesquisas e convivências. Ela foi alguém que compreendeu que a música popular só permanece viva quando continua circulando entre as pessoas, atravessando cidades, rios, mercados, cozinhas, velórios, celebrações e conflitos. Em suas interpretações…

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Ser diferente das outras “divas pop” foi o que fez a Shakira chegar onde chegou

Durante boa parte dos anos 2000, a indústria pop internacional funcionava a partir de uma lógica relativamente clara: artistas globais precisavam ser facilmente traduzíveis para o mercado norte-americano. Isso significava não apenas cantar em inglês, mas também incorporar uma estética, uma linguagem visual e uma forma de performance alinhadas ao que os Estados Unidos entendiam…

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