Conheça o México além de Cancún

O texto para o nosso segundo Diário de Viagens “México além de Cancún” foi produzido pela convidada do Exclamación, Lívia Christine!

O México é muito conhecido no Brasil por suas novelas, pelo Chaves e pela Tequila. Além disso, por Cancún. O paraíso que muitos sonham conhecer é um lugar incrível, porém, não só dele é feita a beleza desse país. Cenotes, pirâmides, cachoeiras, vulcões e desertos são algumas das belezas naturais que esse país nos apresenta, além das pelas praias caribenhas.

Tive a oportunidade de ir ao México em 2018 e agora em 2020, pré-pandemia. Em 2018 passei 18 dias viajando da capital do país, a Cidade do México (CDMX), até Cancún. Passei por mais de 10 cidades, incluindo 4 capitais. 

Esse ano iniciei a viagem por Guadalajara, conheci 6 novas cidades, antes de voltar a CDMX, onde minha viagem terminou antecipadamente devido à pandemia. E vamos ao roteiro de 2018!

1ª parada – Cidade do México

Já começo avisando, coloque pelo menos sete dias para visitar a capital do país, que possui desde museus importantes a simples praças, inúmeras igrejas, parques, monumentos, bibliotecas e até mesmo um castelo. 

Além disso, próximo a CDMX estão localizadas as famosas Pirâmides de Teotihuacán. Nas duas viagens, totalizei nove dias na cidade, e ainda tenho vários itens na lista para riscar numa próxima visita.

1º dia

Passei quatro dias completos na cidade. No primeiro,fui ao bosque de Chapultepec, onde visitei o Castillo de Chapultepec e o Museu de Antropologia. Recomendo um dia apenas para os dois ou, se você for sedentária como eu, aconselho separá-los em dias diferentes e realizar outras atividades mais tranquilas pelo resto do dia. 

Passei cerca de três horas só na visita ao Castelo e, ainda assim, achei corrido. O museu de Antropologia também é gigante, e nem cheguei a visitar as salas do andar de cima.

O bosque de Chapultepec contém quase o dobro de área do Central Park, em Nova Iorque. Lá dentro você também encontra feira de artesanato, sessão de alimentação, uma livraria com uma vista incrível para um lago, um parque de diversões, além de outros incríveis museus. Aconselho separar pelos menos dois dias para conhecer as atrações do bosque. 

2º dia

No segundo dia acordei cedo para ir passear de Trajinera (barquinhos coloridos) em Xochimilco. Dica: Não cheguem cedo, faz frio e não tem ninguém para dividir o valor do barco. Você paga 500 pesos pelo passeio de 30 minutos (2018), ou seja, quantos mais pessoas para dividir o valor, melhor. 

Além disso, por conta do horário, não vi mariachis, que deixam o passeio pelo canal mais divertido. Ah, fui de uber pois Xochimilco fica um pouco distante dos bairros mais centrais e para ir de metrô é bem demorado.

Após o passeio, segui para o bairro da Frida Kahlo, Coyoacán. Fui até a casa dela, mas a fila estava por todo o quarteirão e não havia mais ingresso para o dia. Não comprei antes por não querer pagar em dólar, mas não teve jeito, acabei comprando pela internet para o dia seguinte. 

De lá, fui à Casa Museu de Leon Trotsky, que fica a poucos quarteirões. O local onde o revolucionário viveu os últimos anos de vida é também o local onde estão guardadas suas cinzas. Super indico a visita! 

Os próximos locais visitados foram o Museu do Chocolate e o Museu de Cera. O México é um dos maiores produtores de cacau do mundo e há indícios de que o chocolate foi inventado lá, pelos maias. 

No Museu de Cera encontramos desde famosos cantores regionais até a Rainha Elizabeth II. Os museus são próximos um ao outro e ficam próximo ao bairro Roma.

3º dia

No terceiro dia, domingo, visitei o Zócalo, o centro histórico da cidade. Aos domingos, a entrada para a maioria dos museus é gratuita, por isso aproveitem! 

Lá encontramos a catedral, os resquícios de um templo asteca, Templo Mayor, o Palácio Nacional, o Museu Bellas Artes, o Palacio Postal e muitos outros locais cheios de história e beleza arquitetônica. Aconselho tirar o dia para desbravar as ruas do centro. 

Na tarde do domingo, fui ao Museu da Frida e, de lá, fui ao museu Anahuacalli, local onde o Diego Rivera, marido da Frida, reuniu seu acervo de peças históricas do país. O ingresso ao museu da Frida dá direito à entrada no Anahuacalli. Achei o museu em si mais interessante que os objetos que existem lá. A estrutura é como a de um castelo de pedra, bem medieval.

À noite, fui assistir a peça La Sociedad de los Poetas Muertos, que tinha como protagonista o ator Alfonso Herrera. Ela estava acontecendo no Teatro Libanés. 

4º dia

O último dia completo na capital começou bem cedo, para ir às pirâmides de Teotihuacán. Consegui um tour bem barato no Decolar, que dava direito a ida/volta, visita guiada às pirâmides e um passeio a uma fazenda com degustação de tequila. Mas também é possível ir por conta própria, de ônibus ou de táxi. Prepare-se para caminhar bastante no sítio arqueológico, mas não desanime, é uma experiência incrível!

Na volta de Teotihuacán, fui ao Complexo Santuário de Guadalupe, onde se localiza a Basílica de Nossa Senhora de Guadalupe e o local onde a virgem apareceu a Juan Diego, um asteca convertido ao cristianismo. 

2ª parada – Puebla 

Localizada na região metropolitana da CDMX, Puebla também possui vários lugares interessantes, passagens subterrâneas que foram cenários de guerra e o menor vulcão do mundo, um gêiser inativo de 13 metros de altura. De lá saem passeios para outras cidades como Cholula, onde se encontra o vulcão Popocatépetl e a maior pirâmide do mundo por volume, a pirâmide de Tepanapa.

Cheguei em Puebla no início da tarde e não pude conhecer muito da cidade. Andei pelo centro histórico e fui a Cuexcomate, o menor vulcão do mundo. No dia seguinte fui a uma das passagens subterrâneas da cidade, a Puente de Bubas, antes de ir a Cholula num tour. 

Em Cholula visitamos a pirâmide de Tepanapa, algumas linda igrejas e o centro da cidade. Durante o tour você tem um tempo livre, cerca de duas horas, para explorar as encantadoras ruas da cidade. Achei Cholula muito charmosa e pretendia revisitá-la esse ano. 

Sobre o tour: assim como nas demais cidades, no centro de cada uma delas é possível encontrar agências de turismo locais que vendem tours a preços mais acessíveis. O único ‘porém’ é que esses tours costumam acontecer em espanhol e, às vezes, em inglês.

3ª parada – Oaxaca

A capital do estado de Oaxaca é considerada por muitos a capital gastronômica do México. Mas os encantos dessa região vão além do Mole, prato feito com chocolate, e do Mezcal, bebida típica do país, feita da mesma planta que a tequila. Na verdade, a Tequila é um tipo de Mezcal, segundo os mexicanos. 

Na cidade de Oaxaca é possível visitar várias atrações culturais, como jardins botânicos, centros culturais, igrejas, mercados de comida e de artesanato. Não pude conhecer tudo, pois acabei chegando tarde na cidade e, no México, as atrações fecham relativamente cedo. 

Por conta disso, fui a um lugar que me chamou atenção desde que estava montando meu roteiro, o Ex Convento de Culiapan de Guerrero. O trajeto dura cerca de 30 minutos e é possível chegar de ônibus ou táxi, saindo de Oaxaca. O local é lindo, principalmente para fotos, e a vista que temos de lá é incrível!

No dia seguinte a minha chegada realizei um tour de um dia para conhecer El Tule, uma árvore de mais de dois mil anos que está entre as maiores do mundo, a zona arqueológica de Mitla, o povoado de Teotitlán del Valle, onde é possível admirar e comprar lindas peças de roupa e tapetes coloridos e, uma das melhores visões da viagem, Hierve el Agua. 

Além desse tour, um dos mais famosos, há também a visita ao sítio arqueológico Monte Albán.

4ª parada – San Cristóbal de las Casas

Após 12 horas de viagem (22h as 10h) de ônibus desde Oaxaca, cheguei a San Cristóbal de las Casas no final da manhã. Acabei me precipitando e comprando uma passagem de avião para Cancún para o dia seguinte e por isso tinha apenas o resto do dia e a manhã do dia seguinte para conhecer tudo. 

O tempo não estava muito bom e por isso não pude realizar o passeio de barco pelo Cânion mais famoso do México, El Cañon del Sumidero. Para conhecer a cidade em si, 1 dia é suficiente. Além do Museu da Jade, que junto ao Âmbar são pedras muito presentes na região, San Cristóbal de las Casas possui diversos miradores, o mercado de artesanatos e ruas bem coloridas. Na praça principal costumam acontecer apresentações culturais. 

A catedral estava fechada, assim como outros prédios da cidade, devido ao terremoto de 2017, que deixou a cidade bem danificada.

5ª parada – Quintana Roo (Playa del Carmen e Cancún)

Quintana Roo é o estado onde estão localizadas as cidades de Cancún, Playa del Carmen e Tulum. De San Cristóbal de las Casas voltei para a capital do estado de Chiapas, Tuxtla Gutiérrez, a fim de pegar meu voo em direção a Cancún. Porém não fiquei hospedada em Cancún nesse dia. 

Quando estava realizando meu roteiro, estudei muito o mapa dessa região, os lugares que pretendia conhecer e percebi que Playa del Carmen, além de ter preços mais acessíveis que Cancún, ficava na metade do caminho de muitas atrações. Por isso decidi ficar a maioria dos dias por lá e deixei os 2 últimos para Cancún. Vamos de roteiro dos 6 dias completos de caribe.

1º dia – Playa del Carmen

No primeiro dia em Playa del Carmen fui até a praia, que estava com sargaço bem forte e depois ao Cenote Azul, um cenote aberto que fica bem próximo. Para chegar as praias e aos cenotes da região existem vans que saem de uma praça em Playa del Carmen chamada Parque Portal Maya. 

À noite, aconselho o passeio pela quinta avenida, que está sempre animada. Lá é possível encontrar restaurantes, bares, hotéis, e desde lojas de souvenirs até lojas de grife.. 

2º dia – Cozumel

No segundo dia, fui à ilha de Cozumel, um dos meus lugares favoritos da região. A ilha fica a cerca de 35 minutos de balsa, saindo de Playa del Carmen. Lá é possível explorar a ilha de várias formas. 

Optei por conhecê-la a pé, então não cheguei a ir em todos os lugares. A verdade é que o mar calmo e de água morna me encantou e fiquei lá por horas, conhecendo outras pessoas, relaxando, aquele momento em que você não lembra dos boletos a pagar… 

Contratei também um passeio para “snorkelear”, ou seja, nadar em alto-mar com a possibilidade de ver diversas espécies de animais marinhos. Na quinta avenida, em Playa del Carmen, existem várias agências de turismo que vendem pacotes já fechados do traslado para a ilha e o passeio de snorkel. Aconselho a pesquisar algumas opções antes de fechar.

3º dia – Cenote Dos Ojos

No terceiro dia, visitei o Cenote Dos Ojos. Sabe aquela experiência que a gente sente que vai lembrar a vida toda? Pois é, foi essa aqui. O cenote Dos Ojos fica a cerca de 40 minutos de carro desde Playa del Carmen. Fui naquele mesmo esquema das vans. 

Ao chegar, você pode contratar pacotes de entrada ou apenas a entrada básica, que dá direito a ficar em um cenote. Contratei o que dava direito aos dois cenotes mais uma visita guiada por dentro de galerias com estalagmites, estalactites e a Bat Cave, uma caverna repleta de morcegos. Além disso, o pacote dá direito a todos os equipamentos para o passeio (snorkel, roupa neopreme, colete salva-vidas, armário para guardar a mochila). 

Ah! Se você olhar no mapa vai perceber que a entrada mesmo do cenote não fica na avenida onde você desce. Mas lá é onde você compra a entrada e você pode incluir o trajeto de ida e volta até o cenote num carro 4×4. 

A visita guiada é feita a nado (boiando na verdade pois o colete salva-vidas é obrigatório) e você só chega a precisar ficar submerso por alguns segundos, mas se você tem alguma fobia a lugares escuros e fechados, aconselho a não ir. Só é possível enxergar no trajeto utilizando lanterna, mas cuidado para não apontá-la nos olhos de alguém do seu grupo e deixá-lo desnorteado. (eu não fiz isso, mas presenciei 2 espanhóis bem raivosos reclamando kkk). 

Após o passeio guiado você pode ficar nas áreas comuns do local, que possui espreguiçadeiras, redes, e no outro cenote semi-aberto, onde também é possível snorkelear. 

4º dia – Chichén Itzá

Dia de conhecer uma das 7 maravilhas do mundo moderno! Começo dizendo que tive muita sorte e viajei antes do reajuste de preço das entradas do local. Assim como todos os outros tours que contratei, busquei por tours locais, esse encontrei pelo facebook. 

Chichén Itzá fica no estado vizinho, Yucatán, e de carro a viagem dura cerca de 2 horas desde Playa del Carmen, 3 horas desde Cancún. Meu tour acabou indo a Cancún buscar o resto do grupo para depois seguir viagem. 

Antes de chegar às pirâmides, fomos a uma comunidade maia, onde havia um cenote subterrâneo, degustação de tacos e tequila, e onde foi servido o almoço. Também fomos à cidade de Valladolid, onde é possível visitar a igreja que acredita-se ter sido a primeira católica da América, construída com pedras dos templos maias. 

Ao chegar nas Pirâmides, o guia costuma dar uma visão geral do local, contar as lendas e após isso, há tempo livre para explorar e comprar lembrancinhas. Tive a má sorte de começar uma chuva quando meu tempo livre começou mas a parte boa foi que os vendedores fizeram liquidação e comprei meu calendário maia por um preço bem abaixo do normal. 

O passeio dura o dia todo, por isso, levem snacks para lanchar. Ah, levem também repelente! 

5º dia – Tulum

Tulum é um sítio arqueológico da antiga cidade portuária dos maias. A área fica antes da entrada da cidade e é possível chegar de van, ônibus ou táxi. É preciso pagar pela entrada, mas não paguei pela visita guiada. 

Por todo o caminho existem placas que contam a história do local. A mistura de vegetações é algo incrível de se ver. Em um momento nos sentimos em uma floresta, no outro, estamos com os pés na areia avistando o mar. 

O sítio é meio que um santuário das Iguanas, elas provavelmente vão querer aparecer na sua selfie mas, cuidado, não encoste nelas nem tente alimentá-las. O fim da trilha é na praia, onde é possível banhar-se, caso a maré e o sargaço não estejam muito fortes. Não cheguei a ir ao centro de Tulum, deixei para a visita desse ano, que acabou não acontecendo devido a pandemia.

6º dia – Cancún

Última parada. “Só um dia completo em Cancún?” “Mas Cancún é o principal” “Até que enfim, o paraíso!”. Li coisas deste tipo quando postei o primeiro story marcando Cancún, mas confesso que minhas expectativas já não eram altas. Para completar, o sol resolveu abraçar a cidade no dia que cheguei lá e estava praticamente insuportável de calor. 

Entenda, se você vai para um Hotel All-inclusive em Cancún, com praticamente uma cidade dentro do local, praia exclusiva limpa de sargaço etc, é realmente algo legal. E, eu não curto, mas tem gente que sim. 

Agora, se você não pretende pagar mais de dois mil reais em uma diária de hotel na zona hotelera de Cancún, entenda que toda a região de Quintana Roo possui o mesmo mar de água transparente e muito além de paredes de um hotel cinco estrelas para você conhecer. 

As maiores belezas da região são as naturais, cenotes, sítios arqueológicos, parques aquáticos naturais, ilhas… tudo isso é possível de se conhecer ficando hospedado em Cancún, em Playa del Carmen e em Tulum. 

Enfim, desabafos à parte, fiquei hospedada no centro da cidade e, de lá, fui conhecer a zona hotelera. Cassinos, lojas de grife, hotéis em formatos de pirâmides, e nada de praia. Ao chegar na parte da praia pública, no final da zona hotelera, onde fica o letreiro para fotos, vamos de fila… 

A praia, assim como em Playa del Carmen e em Tulum, tinha sargaço por isso não arrisquei entrar no mar. Há risco de intoxicação. Depois voltei para centro, onde encontrei próximo ao hostel, uma praça com comidas típicas, música e crianças brincando. 

À noite, o calor não diminuiu, por isso aconselho que se você viajar para lá no mês de agosto, pague por um quarto com ar-condicionado, só ventilador não resolve. Na viagem desse ano, pretendia visitar algumas ilhas que ficam mais próximas de Cancún, Isla Mujeres e Isla Contoy. 

Para ir a ambas, é preciso chegar a um porto que fica próximo ao centro da cidade. Lá perto também existem outras praias públicas, e dizem, que menos atingidas pelo sargaço. 

No dia seguinte me despedi do México, voltando pelo aeroporto de Cancún.

Conclusões sobre conhecer o México além de Cancún

Me apaixonei pelo México ainda na adolescência e sempre imaginei ser um sonho distante visitar o país. Decidi que iria para lá 5 meses antes da viagem realmente acontecer. Foi minha viagem de formatura da faculdade. 

Minha primeira viagem internacional, e confesso que fui um pouco ousada colocando um roteiro de várias cidades em um período não tão longo. Visitei vários blogs e com isso montei meu próprio roteiro. Espero poder visitar mais vezes esse país que amo tanto e poder compartilhar minhas experiências com outros amantes da América Latina.

Na Cidade do México, meus lugares favoritos foram o Bosque de Chapultepec e Zócalo.

A melhor forma de se locomover na cidade, para mim, é metrobus, por ser mais vago, porém, o metrô te leva a todo lugar. Ambos são super baratos. Aconselho comprar o cartão de recarga que serve para utilizar em ambos.

Quanto à comida, minha opinião é a seguinte: se você não liga para comer coisas rápidas durante o dia, em todo quarteirão é possível encontrar um Oxxo, uma loja de conveniência com preços acessíveis. 

Além disso, se você, assim como eu, não curte comida apimentada, Mc Donald’s, Subway e Domino’s irão te ajudar a sobreviver. É possível encontrar refeições sem pimenta? Sim, mas confesso que não procurei, só comi um prato de arroz, feijão, bife e batata frita no bosque de Chapultepec, na área de alimentação.

Estão curiosos para saber mais? Em breve sairá um podcast onde eu conversarei com as meninas do Exclamación sobre preços, bairros para se hospedar na CDMX, alimentação, transporte entre cidades, moeda para levar, chip internacional etc.

Também farei um outro post sobre o roteiro da viagem desse ano, pré-pandemia. Visitei Guadalajara, a terra da Tequila e dos Mariachis, Guanajuato, um lugar para visitar desde castelos a minas desativadas, e a charmosa San Miguel de Allende. Além disso voltei a CDMX para explorar mais um pouco a capital mexicana. 

Continue lendo o Exclamación para mais dicas! E leia o post que a Isabela fez sobre o Equador!

Autor: Redação Exclamación

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