Revolução de poncho ao vento: Como Soledad Pastorutti salvou o folklore argentino nos anos 90, bem antes de Milo J
Imagine a cena: é 1996, é verão em Cosquín, a pequena cidade de Córdoba que durante uma semana por ano se converte na capital espiritual do folklore argentino. O público na Plaza Próspero Molina é, na sua maioria, o de sempre — famílias do interior, aposentados com chapéu panamá, casais de meia-idade que conhecem de…
